#Tradução Podcast com o Cone

Cone Mccaslin esta semana foi o convidado do The StageLeft Podcast, e o Sum 41 Brasil traduziu alguns pontos interessante da conversa, o podcast durou 50 minutos, onde eles falaram sobre shows na China, Iggy Pop, Congo, a industria da música e o mais importante, falaram sobre o novo álbum. O podcast está disponível clicando AQUI onde você pode ouvir toda a conversa, e conferir aqui alguns destaques:

Cone_McCaslin

Tradução: Bruna Usmari | Fonte: The StageLeft Podcast

Sobre os dois shows que eles realizaram no começo do mês de abril na China, Cone comentou que eles tiveram que tocar duas vezes a música In Too Deep,  contou que haviam muitos militares nos shows e que foram escoltados em todos os lugares que iam, eles também tiveram que seguir  rigorosamente o setlist que o pessoal da produção da China aprovaram para tocar nos shows,  e que estranhamente eles aprovaram outras músicas diferentes, as que eles não puderam tocar quando eles tocaram pela primeira vez na China, em 2012.

Cone comentou também sobre como é para a banda tocar em festivais com muitas outras bandas e com fãs tão diferentes, contou que eles tentam tocar todos os singles e músicas que são mais populares para todos poderem curtir o show, não tocando músicas que o público não vai conhecer como os fãs de verdade do Sum 41. Muitas vezes quem decide o setlist é o Deryck semanas antes de viajarem, e então eles vão praticando com o tempo.

Sobre o início da carreira, antes de tocar com o Sum 41,  seu primeiro contato com a música foi quando Cone tinha 14 anos e seus dois amigos de infância começaram a tocar guitarra e bateria, e Cone queria se juntar a eles, mas seus amigos só deixaram ele entrar na banda com a condição que ele teria que tocar baixo, ele achou que seria fácil e entrou para a banda, só que eles eramos muito ruins. Tocavam só por brincadeira, nunca levaram a sério, só gostavam de fumar maconha no porão e tocar para se divertir, não era uma coisa que queriam fazer para ganhar a vida, estava tão fora do caminho esse pensamento, eles eram só garotos que estavam na escola.

Cone: “Minha banda não fazia shows ao vivo por que o vocalista tinha medo de se apresentar, e o Sum 41 naquela época já era grande, tinha um monte de pequenos shows agendados pelo Canadá, e foi quando tiveram um pequeno acidente com as vans das bandas, e o baixista deles entrou em pânico e foi embora deixando eles na mão, então eles me chamaram para tocar com eles aqueles shows. Lembro que eles tocavam tão mais rápido que eu com a minha outra banda que eu não sabia se ia conseguir acompanha-los, mas Steve, Dave e Deryck fizeram parecer tão fácil, e então perguntaram se eu queria se juntar a banda. A situação ficou mais séria quando eu pensei: Eu toco em uma banda com meus amigos desde os 14 anos, mas nunca nos apresentamos,  então eu percebi que a gente só tocava por diversão, e o Sum 41 tocava muito, fazia shows e levara aquilo em outro nível, então foi assim que começamos.”

Contando sobre a parte mais difícil de viajar em tour com o Sum 41, com muita humildade Cone declarou que não tem nada com o que reclamar:

” O jet lag é ruim, mas eu não costumo reclamar muito, pois é um sonho realizado poder viver de música, viajar e ver que aquelas pessoas estão ali por que gostam de você e da sua banda, e você pode viajar e conhecer o mundo com seus melhores amigos.  No começo era difícil acostumar, por que deixávamos a nossa família por dias, eu e o Dave tínhamos namoradas e lutávamos para fazer durar, mas a parte fácil é que somos muito amigos, compartilhamos tudo, mesmo quando o Dave deixou a banda, quando o Tom chegou, a gente já se conhecia, por que tocamos muito com o GOB também, então foi natural. Agora é um pouco diferente por que estamos mais velhos e moramos em lugares diferentes, e não saímos juntos como antes quando não estamos em tour, eu moro no Canadá, Deryck em L.A e o Tom em NYC , fica mais difícil.”

Falando sobre o novo álbum, Cone disse que a pré-produção dele foi completamente diferente, e afirma que o álbum está pronto e sai ainda esse ano, mas não tem uma data de lançamento concreta ainda:

“O processo desse álbum foi muito diferente, quando o Deryck saiu do hospital e voltamos a conversar, ele já tinha algumas músicas escrita, e conversamos em fazer um álbum novo, mas não nos juntamos como banda para tocar e discutirmos juntos sobre como seria, era uma coisa mais como, ele me enviava demos por e-mail, eu trabalhava a linha de baixo e enviava de volta, ele pedia alguns ajustes e dava algumas ideias e eu trabalhava em cima disso, e assim foi indo, tudo online. Nos juntamos uma vez com Frank, ele já tinha trabalhado alguns solos com o Deryck e então trabalhamos todos juntos. Então foi assim que aconteceu todo o álbum, meio estranho e difícil mas eu ainda acho que ele está ótimo.”

“Não tocamos nada novo ao vivo, mas praticamos muito no soundchek músicas novas, introduzindo lentamente as músicas e não deixando vazar nada para ninguém ouvir.

Sonoramente acho que o sentimento desse álbum é mais parecido com o SBM, mas neste ultimo álbum tínhamos musicas mais longas com 07 ou 08 minutos, e esse novo já segue diferente, é mais na veia do DTLI ou Chuck, é duro e pesado, é mais rápido, não tem mais músicas demoradas, no SBM isso foi proposital por que queríamos experimentar esse tipo de coisa,  mas nesse registro optamos por músicas com 04 á 05 minutos, uma pegada mais rápidas como rock music.”

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