REVIEW: 13 VOICES – SUM 41 FRANCE (TRADUÇÃO)

Veja a tradução do review, faixa por faixa do álbum 13 Voices, feita pelo site Sum 41 France:

FONTE

1. A Murder of Crows (You’re All Dead To Me)

Qual a melhor maneira de começar um álbum com uma música épica? Nossos cinco músicos sabem como: A Murder of Crows está em linha de Reason to Believe. Depois de uma introdução bastante dark conduzida pelos violinos, vêm as guitarras e a voz de Deryck, todos com uma dose poderosa de bateria. Esta canção, apesar de seu caráter cativante, não é menos imponente e agressiva, analisando ela é admirável, considerando que fala sobre as pessoas que deixaram Deryck  quando ele mais precisava deles. Para uma canção de abertura é excelente.

2. Goddamn I’m Dead Again

Atenção ! Esta canção imediatamente lembra dos primeiros álbuns do grupo, apesar de ter uma produção moderna. Após os versos vigorosos seguidos por coros eficazes, tem um solo que é digno daqueles usados em Does This Look Infected? ou Chuck! A primeira parte do solo é complexa e rápida, seguida por uma parte mais melódica e habilmente construída. Marca o retorno de Dave tocando o solo final de Bitter End. Uma festa para os ouvidos!

Ps: Tivemos um teaser do refrão no Instagram:

 

3. Fake My Own Death

 

4. Breaking The Chain

A introdução mistura violinos, baterias e guitarras, em que a voz quase angelical de Deryck leva a um refrão cheio, com palavras que ressoam e ecoa no que Deryck sentiu durante sua recuperação: “Make no mistake / I paid my price / I’ve done my time / With the devil in disguise”. Para aqueles que escutaram ambos os clipes postados no Instagram no final do ano passado, também vai reconhecer um deles após o solo.
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5. There Will Be Blood

Após a primeira audição, sabemos que esta canção é adaptada para tocar em shows: com um refrão fascinante e guitarras constantes, podemos muito bem imaginar os movimentos que podem causar nas pessoas. A atmosfera geral da canção é um pouco diferente das outras canções, pode lembrar um pouco The Jester, resultando em um pedaço menos íntimo, mas denunciante.

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6. 13 Voices

Um pequeno ruído de guitarra, leve mais ao mesmo tempo rock’n’roll no meio de um violino muito discreto. Neste ponto, nós ainda não sabemos o que esperar. Em seguida, vem o riff mais incrível, muito rudimentar (a la Metallica). Isso logo da lugar a uma parte mais elétrica, que, além de mostrar esse lado, leva-nos a uma velocidade vertiginosa em direção a um refrão que marca uma brusca parada e quase brutal deste ritmo frenético. Ele é seguido por um primeiro verso cujo o voz e a guitarra definitivamente pode lembrar Sick Of Everyone. Até agora, parece que o grupo nos leva para um mundo novo e só se pode esperar para ver, ou melhor, ouvir que o resultado é válido.

Com uma transição que talvez lembre o álbum The Black Parade do My Chemical Romance indo para um refrão típico de Sum 41. Com uma bateria poderosa digna de fazer os dedos sangrarem e uma melodia cativante, com as batidas dos corações em harmonia para suportar tudo, esse refrão vem com uma etiqueta “Sum 41” que a banda teria colocado em uma caixa cheia de novos sons, como se fosse para provar que é claramente uma de suas músicas. Somos levados então a uma ponte que é um segundo lembrete do álbum antecessor, com uma melodia recordando Holy Image Of Lies. Voluntariamente eles nos levam para algo familiar com uma edição final deste refrão inebriante.

7. War

 

8. God Save Us All (Death To Pop)

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9. The Fall And The Rise

Uma melódica guitarra como introdução, o que sugere algo muito enérgico. Em seguida, surpreende a partir do início onde podemos ouvir o que parece ser um rap. Isso mesmo! Um rap diretamente da boca do nosso querido Deryck Whibley.

Um ritmo é estabelecido enquanto a guitarra continua tocando uma melodia. Este primeiro verso é quase como ouvir uma música da banda Hollywood Undead. Passando pelos surpreendentes eventos, esperamos o refrão para descobrir onde este excelente primeiro minuto nos leva. O refrão surge e prova ser um dos mais eletrizantes! No entanto, foi uma decepção para mim. O final é certamente eficaz em termos de ritmo e guitarra, embora um pouco plano para o meu gosto em termos de melodia, embora eu imagino que será muito bem repetido em um show por uma multidão de fãs. Isso não penaliza a música de qualquer forma, mas a sua principal atração é a parte do rap que se prolonga por dois versos e dá um ar requerente. Não posso esquecer de apontar uma ponte bastante calma, logo após o segundo refrão, que acaba por ser bonito.

10. Twisted By Design

Última rodada deste sétimo álbum com o que é para mim a música mais interessante do álbum, musicalmente falando. Os ‘palm mute’ discretos, notas de piano, voz a oitava, tiros de baixo tom, são apenas o começo antes da grande final. Em seguida, explode um riff digno de ser tocado em um estádio. Então, depois desse rápido riff temos uma demonstração final da capacidade que eles tiveram para explorar coisas novas para este álbum. Na verdade, o primeiro verso é bastante suave, mas com novas camadas de sons e a voz quase nos dá a impressão de ouvir um novo Deryck.

A banda apresenta aqui uma gama bastante inovadora de sons um tanto reminiscentes dos sons do álbum da banda Crown The Empire lançado no verão. Desfrutamos do refrão que já foi divulgado em um curto clipe postado na conta do Instagram da banda. Quando o refrão finalmente entra em ação e, embora não seja o mais iluminado em termos de ritmo, é sem dúvidas o mais intenso, o mais melodicamente poderoso e sincero neste disco. A décima faixa termina com uma última parte muito agradável e muito interessante, como um último presente antes de preencher o sétimo álbum.

CONCLUSÃO: É com um disco carregado com emoção, que o Sum 41 fecha cinco anos de espera insustentável. Cinco anos entre Screaming Bloody Murder e 13 Voices, esses cinco anos claramente não terá sido inútil, isso serviu para o grupo amadurecer musicalmente. A maturidade das composições com alguns pequenos deslizes, mas altamente bem sucedido em combinar a assinatura sonora que fez o sucesso da banda, com riffs e novos tons agradavelmente e surpreendente.

Os anos que passaram aparentemente não afetou a capacidade da banda de renovar, pelo contrário, isso parece ter ajudá-los a se mover nessa direção.

13 Voices, portanto, é um álbum para apreciar sem moderação e que nós descobrimos um pouco mais dele a cada vez que escutamos!

Faixas notáveis: Goddamn I’m Dead Again, Breaking the Chain, 13 Voices, The Fall and the Rise.

NOTA: 4,5 de 5.

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